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A psoríase é uma doença crônica que tem condição cíclica, com os sintomas diminuindo e aumentando dependendo de sua fase. Veja formas de tratamento:


Dia Mundial da Psoríase: conheça mais sobre a doença e como tratá-la


Dia 29 de outubro é considerado o Dia Mundial da Psoríase, doença inflamatória de pele não contagiosa e que tem origem genética em 30% dos casos. São lesões avermelhadas ou róseas e descamativas que causam coceira e que atingem, principalmente, indivíduos entre 20 e 40 anos. O problema não tem cura, mas pode ter tratamento para o seu controle.


Mais sobre a Psoríase


A psoríase é uma doença crônica que tem condição cíclica, com os sintomas diminuindo e aumentando dependendo de sua fase. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), 2 milhões de pessoas no Brasil sofrem da condição.


Suas causas são desconhecidas, mas existe a hipótese de ter relação com os linfócitos T, que são células responsáveis pela defesa do organismo, quando liberam substâncias inflamatórias. Outros fatores podem ser associados ao seu aparecimento, como:


·         Estresse;

·         Infecções na garganta;

·         Baixa umidade do ar;

·         Queimaduras de sol;

·         Exposição ao frio;

·         Banhos quentes;

·         Tabagismo;

·         Bebidas alcóolicas;

·         Obesidade.



Tipos de psoríase e seus sintomas


Existem diversos tipos da doença, uns mais frequentes e outros menos, sua classificação vai depender do local em que ela se manifesta. A mais comum é a psoríase em placas, que pode afetar toda a pele, inclusive o couro cabeludo.


A psoríase ungueal acomete as unhas, fazendo com que cresçam de forma anormal, descamem, engrossem ou caiam; a psoríase invertida surge em regiões úmidas do corpo, como axilas, virilhas, dobras das coxas e seios.


A psoríase palmo-plantar surge nas palmas das mãos e solas dos pés; a psoríase pustulosa causa lesões com pus espalhadas pelo corpo ou de forma localizada; a psoríase eritrodérmica, acomete 75% ou mais do corpo; a psoríase artropática, que surge de repente e causam dores nas grandes articulações ou ponta dos dedos; a psoríase gutata, mais comum em crianças e jovens adultos e associada a processos infecciosos; e psoríase vulgar, que surge nos joelhos, cotovelos e couro cabeludo em tamanhos variados.


Dentre os sintomas da psoríase, que pode apresentar grau leve, moderado e grave, podemos citar além da coceira e descamação: inchaço e rigidez nas articulações, pele seca que pode ocasionar sangramento, queimação, dor e destruição das articulações e deformidades - esta em casos mais graves.



Diagnóstico e tratamento


O diagnóstico é feito por meio de um exame clínico da pele, unhas e couro cabeludo, mas dependendo do caso pode haver a possibilidade de uma biópsia (retirada de um fragmento de uma parte do corpo).

Existem alguns tratamentos que podem ajudar a controlar os sintomas da psoríase, desde medicamentos de uso tópico, remédios em forma de comprimido ou injeções, até terapias biológicas ou com exposição à luz ultravioleta (UV). Tudo vai depender do tipo da doença e de sua gravidade e extensão. Somente um especialista é quem pode definir cada caso.


Atente-se também aos seus hábitos durante o tratamento: evite banhos quentes, faça uso de hidratantes corporais, mantenha uma dieta nutritiva e balanceada e evite bebidas alcoólicas e tabagismo.

Tratar a psoríase é fundamental, também, para evitar complicações graves, como danos ao sistema cardiovascular e infecção generalizada, e não somente amenizar coceiras e dores de lesões visíveis na pele. Agende sua consulta com hora marcada.