Vivemos em uma época que somos constantemente inundados por novos lançamentos de grandes e médios/pequenos laboratórios na esfera dos dermocosméticos e, infelizmente, torna-se cada fez mais frequente a aquisição desses produtos sem a devida orientação. Não é incomum, portanto, frustração gerada pelo uso de produtos que não apresentam a eficácia desejada ou até mesmo acabam gerando dano à pele do usuário.
Quais são os principais tipos de dermocosméticos?
Hoje, sem dúvidas, os dermocosméticos mais prescritos são os hidratantes, seguidos pelos filtros solares, agentes antienvelhecimento (retinoides, vitamina C, alfa-hidroxiácidos, beta-hidroxiácidos) e clareadores.
Hoje temos inúmeras opções de veículos, possibilitando agradar diferentes tipos de pele, desde as mais secas até as mais oleosas.
Temos os cremes (textura mais oleosa ? são os mais comuns), gel-creme (intermediário entre o creme e gel), gel (textura menos oleosa, melhor para peles oleosas e acneicas), sérum (textura mais líquida e fluida, mais leves e ideais para peles oleosas/acneicas) e os óleos, que vem se tornando cada vez mais famosos por conta dos óleos de banho.
Ambos são termos bastante utilizados atualmente, pois são ideais para a maioria dos tipos de pele. Oil-free diz respeito a veículos com toque seco, textura suave e sem efeito oleoso. Já um produto ?não-comedogênico? é aquele com textura mais leve e menos oleosa, evitando obstrução dos poros e surgimento de acne, sendo ambos ideais para peles com tendência oleosa e acneica.
Para isso, é importante passar por uma avaliação com o dermatologista. Mas, basicamente, temos 4 tipos principais:
Além do tipo básico, temos que avaliar se a pele do paciente é sensível, pois isso torna a prescrição ainda mais cautelosa! Temos que optar por agentes de limpeza suaves, de preferência sem sabão e com pH próximo ao da pele, que vao promover limpeza sem agredir, bem como optar por produtos hipoalergênicos e próprios para peles sensíveis.
O motivo principal é: uma pele seca se mostra mais propensa a agressões externas e ao surgimento de lesões, coceira e desconforto. Por isso a base de qualquer tratamento dermatológico é a correta hidratação da pele. Paralelamente, deve-se evitar banhos muito quentes e uso excessivo de sabonetes, que também contribuem para o ressecamento cutâneo.
Sim, ao contrário do que muitos pensam, temos algumas classes de hidratantes e cada uma com uma função principal. Essas classes são:
Para isso é imprescindível consultar um dermatologista, que estará plenamente apto a definir qual o melhor tipo de tratamento pensando no seu tipo de pele e custo adequado de prescrição. Afinal, temos dermocosméticos dos mais diversos valores no mercado atualmente.
A resposta é: existem ativos de excelente qualidade em ambas as categorias. Porém, de acordo com a avaliação do dermatologista, é possível aliar inúmeros compostos (hidratantes, clareadores, anti-idade) em um mesmo produto através de manipulação, tornando a rotina de skincare cada vez mais prática e eficaz, somado a um melhor custo-benefício. Hoje em dia preza-se por uma rotina minimalista, pensando na ideia de que ?menos é mais?, já que muitos indivíduos sem orientação acabam adquirindo inúmeros produtos, gerando uma rotina de cuidados extensa e cansativa. Resultado: não realizam o tratamento de forma regular e acabam não obtendo os resultados desejados.
Logo, antes de se aventurar no mundo dos dermocosméticos, consulte seu dermatologista para ter uma prescrição otimizada, sensata e com custo-benefício adequado.
Caso haja alguma dúvida, entre em contato para avaliarmos o seu caso.
Com a colaboração de Dr. Leonardo Coelho